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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Tecnologia


                 A busca da escova perfeita

    A escova de dentes é uma das cinco invenções mais importantes da história da humanidade, segundo um estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos. Ela é responsável por dentes limpos, hálito puro e boca saudável. Evita um monte de doenças. Os 15 novos modelos lançados neste ano nem parecem descendentes da singela escova chinesa feita de pelo de porco e cabo de madeira. Eles prometem limpar, polir e penetrar em espaços mínimos. Cumprem a promessa? Descubra aqui. E saiba como escolher o modelo que melhor se adapta a sua boca, a seu jeito e a suas necessidades.

Nos últimos 30 dias, testei 27 modelos de escova de dentes. A experiência é parecida com a de dirigir carros de marcas e tamanhos diferentes. Há sempre uma que se encaixa melhor. Mas há qualidades e defeitos indiscutíveis em todas elas.

Uma boa escova de dentes tem cabeça pequena e cerdas macias, afirmam especialistas. O objetivo é alcançar os dentes do fundo sem agredir o esmalte ou machucar a gengiva. Mas há uma terceira – e nova – regra, que só surgiu com a diferenciação das escovas: escolhe-se também pela ênfase que se deseja dar a um ou outro aspecto da higiene bucal: há escova para atacar a placa bacteriana, para clarear os dentes e até modelos que penetram entre espaços que antes só o fio dental conseguia alcançar.

Para descobrir o que faz cada uma delas, é preciso reparar na cabeça, pois é lá que estão dispostas as cerdas. Ao testá-las, foi possível estabelecer algumas relações: cerdas de níveis diferentes são boas para remover o tártaro. Para polir os dentes, tufos circulares e centrais. Para fazer a limpeza fina, cerdas ultraflexíveis e desalinhadas na borda. Todas devem ter cabo anatômico que facilite a pegada e dê segurança ao polegar. As mulheres tendem a preferir os cabos mais finos. Os dentistas recomendam evitar cabos que trazem muitos detalhes de borracha, pois são menos higiênicos.

Mas há um detalhe arrasador – e sem ele a tecnologia não tem efeito: a técnica da escovação. As novas escovas só vão remover mais placa, tirar mais manchas ou alcançar espaços improváveis se o usuário executar movimentos da base do dente (onde ele encontra a gengiva) para baixo. Só a coroa dos dentes deve ser escovada com movimentos de vaivém. Boa parte das pessoas, porém, escova os dentes de qualquer jeito, inclusive com pressa: a escova fica na boca por menos de 60 segundos. Escova nova? Só a cada seis meses. “A tecnologia das cerdas não adianta nada se a escovação for ruim”, diz Heitor Panzeri, da Associação Brasileira de Odontologia.



Fonte: Revista Época

terça-feira, 27 de abril de 2010

Você sabe quais os direitos e deveres dos empregados domédicos?




o conceito de empregado doméstico?

Segundo a Lei n.° 5.859/72 (que, modificada pela Lei n.° 10.208/01, rege a profissão do empregado doméstico), é todo “aquele que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família no âmbito residencial destas”. Ou seja, todo funcionário que trabalha na residência da família é empregado doméstico (babá, arrumadeira, passadeira, cozinheira, enfermeira do lar, motorista e etc.).
A característica mais importante desse conceito legal é a “finalidade não lucrativa”, se o empregado doméstico trabalha no negócio da família, ainda que eventualmente, o vínculo empregatício caracterizado é o de empregado urbano, que tem direito ao FGTS e ao seguro desemprego.
Outra característica importante do conceito legal é a exigência da continuidade, é nesse aspecto que o empregado doméstico irá se distinguir do diarista, tema ainda a ser aprofundado.
É importante salientar que as atividades do empregado doméstico está definida na CBO – Classificação Brasileira das Ocupações, qualquer exercício de atividade que ultrapasse o quanto definido na norma, pode descaracterizar a função de empregado doméstico e torná-lo empregado urbano.
Fonte: site da internet

Esporte


    A Prefeitura Municípal de Arari e o Departamento de Esporte, iniciou ontem inscrições dos times sob 17,para campeonato arariense que se realizará no próximo mês.
    Só lembrando que os jovens não ter um campo para pode prática esporte, por que os campos de futebol de Arari esta todos cheio de lama e mato,os adolescentes que moram na rua do antigo matadouro, eles jogam no campo de futebol cheio de lama conhecido como Quebra Dedo,só colacam terra quando época de eleição pra pegar os votos deles.
       Está acontecendo deste dia 13 de fevereiro,o peladão2010 de futebol arariense realizado pela prefeitura de Arari e o departamento de esporte e lazer,o campo onde está sendo realizado o campeonato tem parte que é cheio de lama e outro lado é seco. O estádio Municipal Dep. Manuel Ribeiro que é filho de Arari, as obras estão paradas há um bom tempo e dois ginásios poloesportivo um no centro de Arari e outro no Perimirim estam se destruindo por falta de uma reforma,segundo o diretor entrevista na rádio que embreve será reformado para os esportista Arariense.
     Em 2004,existia jeas(jogos escolares arariense),todas as escolas participavam dos jogos escolares,algumas escolas estadual e particulares realizavam os jogos entre classes no mês das férias,nada disso não ter mais.
        O poder público fez muitas promessas pra os esportista de Arari,onde trouxe o secretário de esporte e juventude do ex- governado cassado Jackson Lago.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Tecnologia

Brasil está em 3º lugar no ranking de ataques pela internet

A empresa de segurança Symantec divulgou nesta terça-feira um relatório que apontou o Brasil como terceiro colocado no ranking dos países com maior quantidade de ataques e golpes cibernéticos, como o spam, tentativas de trapaça on-line, entre outros. Os Estados Unidos continuam em primeiro lugar (19%), seguido pela China (8%), e Brasil (6%).

De acordo com a empresa, o maior problema em 2009 foi à utilização de softwares falsos de segurança. Usuários da Apple perderam parte de sua imunidade aos crimes de computação quando passaram a armazenar seus dados online, e não em discos rígidos.

A forma mais comum de crime online, segundo o levantamento, é a venda do falso software de segurança. Normalmente, os usuários recebem um alerta, que surge na tela, informando que a máquina está infectada por um vírus. A notificação muitas vezes vem acompanhada por um link para software que pode ser baixado mediante pagamento. O usuário, em lugar de receber software de segurança, recebe um vírus. Nesses casos, a vítima fornece os números de cartões de crédito de maneira voluntária, o que possibilita o uso dos dados pelos criminosos em ocasiões diversas.

De acordo com a advogada especializada em Direito Digital Patrícia Peck Pinheiro, é preciso estar sempre muito atento às principais ameaças virtuais. "Sei que é difícil permanecer ligado em todas as ameaças o tempo todo, mas precisamos estar inteirados ao menos sobre o golpe virtual do momento", afirma a especialista. Segundo Pinheiro, os criminosos virtuais sempre utilizam determinados períodos do ano para agir maciçamente, pois são épocas em que as pessoas se tornam mais vulneráveis. "Os e-mails maliciosos aumentam consideravelmente e a grande maioria conta com um link que, quando acionado, instala um vírus ou phishing scam", explica.

Ajuda

A especialista explica que em caso de incidente na web a primeira atitude a ser tomada deve ser buscar apoio especializado. Se for crime, deve-se buscar a delegacia de crimes eletrônicos, ou qualquer delegacia comum, que irá direcionar o caso para a especializada, se esta existir no estado.

É importante preservar as provas eletrônicas e, se possível, até fazer uma ata notarial em um tabelião de notas - isso significa registrar o que aparece na internet e dar a fé pública de que aquilo ocorreu. Se for questão civil ou de consumidor, deve-se buscar o juizado especial e o Procon, além da orientação de um advogado. "Acima de tudo, deve-se agir rápido, pois na internet as conseqüências ocorrem em tempo real. Se a ação for lenta as provas podem ser perdidas", explica.

Além disso, dicas como evitar clicar em links e abrir imagens ou arquivos enviados por e-mails desconhecidos são extremamente importantes e devem ser adotadas como regra.


 Fonte: eband.com

Meio Ambiente:Tribo na Amazônia quer garantir futuro com projeto de carbono

  
    Uma etnia indígena da Amazônia brasileira quer ser pioneira na elaboração de um projeto de redução de carbono para financiar o seu desenvolvimento de forma sustentável.
    Os Surui, que detêm a posse da reserva Sete de Setembro, na divisa entre Rondônia e Mato Grosso, querem receber recursos para manter a floresta de pé, e aplicar o dinheiro em um plano de desenvolvimento capaz de garantir pelo menos meio século de sobrevivência da etnia.
    A reserva, homologada em 1983, tem uma área total de cerca de 248 mil hectares, dos quais 243 mil ainda estão preservados. A idéia é que a etnia se comprometa a evitar o desmatamento dentro desta área e, em troca, receba recursos oriundos da não-emissão de CO2 na atmosfera.
    Para saber quanto carbono deixará de ser emitido, técnicos do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesan) estão fazendo um estudo do estado de degradação da área e de como ela poderia ser recuperada a partir da adoção de atividades sustentáveis.
    O modelo deve ficar pronto até o fim de junho. A partir dele, um plano deve ser desenvolvido até setembro.
A atividade econômica na reserva já deixou uma marca de degradação na terra.     O primeiro contato com o homem branco, em 1969, fez a população cair de 5 mil habitantes para em torno de 250 pessoas. As doenças e os conflitos com os madeireiros ilegais levaram à escassez dos recursos.
Área de reflorestamento na reserva Sete de Setembro
    Atividades de exploração degradaram parte da reserva de 248 mil hectares
Sem fonte de renda, muitos indígenas fizeram acordos para explorar a madeira ao redor de suas aldeias. Outros arrendaram terras para a pecuária ou para o plantio do café. Uma situação que perdurou até há poucos anos.
    "O território está relativamente conservado, mas a tendência para o futuro é de que, sem nenhum projeto, aumente a área desmatada", explica o coordenador do estudo de campo, Gabriel Carrero.
    "Nosso trabalho hoje é entrar na terra indígena para procurar essas áreas de degradação e avaliar o grau de degradação."
    A pesquisadora do Idesan Claudia Vitel diz que a definição desta variável permitirá estimar quanto carbono poderia deixar de ser emitido até 2050 a partir de atividades sustentáveis que podem "afetar a cobertura da terra no futuro".
    Essa estimativa, a da quantidade de CO2 não-emitido é convertida em créditos de carbono, que são vendidos no mercado internacional. Uma tonelada de CO2 equivale a um crédito de carbono. O preço do crédito tem variado muito, está em torno de 13 euros (cerca de R$ 30).
    Com o estudo, o Idesan quer obter certificações internacionais para garantir a validade do projeto e atrair recursos de investidores.
            Feição indígena
    Não será o primeiro projeto de redução de emissões de carbono por desmatamento e degradação – mais conhecidos pela sigla Redd – no Brasil, mas os Surui querem que este seja o primeiro intimamente relacionado à sobrevivência de uma etnia indígena.
A aldeia de Lapetanha, na reserva Sete de Setembro
    Indígenas querem aplicar recursos na melhoria das condições de vida
O projeto de Redd mais citado e reconhecido no país, na Reserva Juma, no Amazonas, representa uma forma de ajuda para ribeirinhos, mas não necessariamente indígenas.
    "O fato de ser indígena é um diferencial para os Surui", diz o diretor da ONG Equipe de Conservação da Amazônia (ACT-Brasil), Vasco van Roosmalen, parceiras dos Surui em diversos projetos, inclusive no de Redd.
O líder da etnia, Almir Surui, diz que os recursos serão aplicados em um plano de desenvolvimento sustentável da etnia que engloba os próximos 50 anos.
    O planejamento prevê, por exemplo, a produção sustentável de castanha, óleo de copaíba e café orgânico e a prestação dos chamados "serviços ambientais", como turismo. Outra parte do dinheiro seria destinada ao fortalecimento das associações da etnia, e à educação e à saúde da população.
    "Temos de construir um futuro de longo prazo, que garanta as gerações. Se a gente tiver responsabilidade no plano de desenvolvimento, esses produtos florestais podem ser ferramentas que fortalecem a economia verde e os Surui, economicamente", diz Almir.
    Roosmalen, da ACT-Brasil, explica outro ponto que chama atenção no projeto dos Surui: o mecanismo do fundo que receberá os recursos provenientes da venda dos créditos de carbono.
    Segundo ele, a aplicação do dinheiro será decidida por representantes dos quatro clãs dos Suruí, "talvez um ou dois", diz Vasco. É possível ainda que tenham voz no fundo lideranças de associações indígenas.
As organizações parceiras dos Surui podem ter um papel no mecanismo, mas apenas consultivo.
Temos de construir um futuro de longo prazo, que garanta as gerações. Esses produtos florestais podem ser ferramentas que fortalecem a economia verde e os Surui, economicamente.
Almir Suruí, líder indígena
"A redução de emissão é deles (dos Surui), então a decisão (sobre a aplicação dos recursos) é deles", diz o diretor da ONG. "Também a responsabilidade se eles não conseguirem conter as emissões é deles."
                Futuro
    Os projetos de Redd são um dos principais mecanismos para incentivar a preservação de florestas após 2012, quando, espera-se, entre em vigor um acordo do clima para substituir o atual Protocolo de Kyoto, que expira nesta data.
Porém, a definição exata de como será o mecanismo de venda de carbono ainda não está clara, porque o próprio acordo ainda está indefinido.
    Os projetos pioneiros em andamento ou em estado de planejamento se dão em arranjos pontuais.
O desmatamento responde por quase 20% das emissões globais de carbono e a maioria das emissões do Brasil.

 Fonte: bbcbrasil

Evento

        Itaú Cultural e o Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho de São Luis (MA)
 
 
      Literatura digital, poesia, prosa e a crítica literária são temas dos mini-cursos promovido pelo Itaú Cultural em parceria em São Luis no Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, dias 27 e 28 de abril de 2010. O objetivo da atividade é discutir o panorama da atual produção literária e suas relações com a crítica literária.  Veja abaixo, em Serviços, como se inscrever.
 
    A atividade faz parte do programa Rumos Literatura 2010-2011, que neste ano abre inscrições para projetos na área de ensaios em produção ou crítica literária. As inscrições para o edital irão até 31 de julho de 2010. Saiba tudo sobre o edital no site www.itaucultural.org.br/rumos . Consulte também o blog http://rumositaucultural.wordpress.com/. 
 
          palestrantes
  
 - Heloisa Buarque de Hollanda (Ribeirão Preto, SP). Escritora,  professora de Teoria Crítica da Cultura da UFRJ, coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (http://www.pacc.ufrj.br/) e Curadora do Portal Literal (http://portalliteral.terra.com.br/). É autora de livros como: Impressões de Viagem; O Feminismo como Crítica da Cultura; Guia Poético do Rio de Janeiro e Enter, uma antologia digital.
 
  - Flávio Carneiro (Goiânia, GO). (http://www.flaviocarneiro.com.br/). Escritor, roteirista, crítico literário, professor de literatura da UERJ e autor de doze livros, entre contos, romances, crônicas, ensaios e novelas para crianças e jovens. Escreveu também dois roteiros para cinema. Seus livros mais recentes são o romance A Confissão e o livro de crônicas Passe de Letra: futebol & literatura, ambos publicados pela Editora Rocco.
 
 
                programação
. terça, 27 de abril
das 14h às 19h
LITERATURA DIGITAL, com Heloisa Buarque de Hollanda
As novas tecnologias e a internet estão impactando de forma radical as formas de se fazer e de se pensar a criação literária, a autoria, a leitura e até mesmo o futuro do livro. Este mini-curso vai abordar algumas dessas questões já presentes no dia a dia dos escritores e na atuação dos leitores e editores. 
 
. quarta, 28 de abrildas 14h às 19h
CRÍTICA & FICÇÃO NO BRASIL: UMA LEITURA DO PRESENTE com Flávio Carneiro.
O propósito do curso é discutir algumas questões sobre o exercício de uma crítica literária que se arrisca a falar não apenas de obras e autores canônicos mas do que está sendo produzido hoje no Brasil na área de ficção. Os princípios norteadores dessa crítica, seus critérios, seus recortes são alguns dos pontos tratados, juntamente com a apresentação de um mapeamento da ficção brasileira atual.
 
 
Serviços - local e como se inscrever
DATAS: 27 terça e 28 quarta de abril de 2010
HORÁRIO: das 14h às 19h, nos dois dias. Entrada franca.
LOCAL: Centro de Cultura Popular Domingos Vieira - Auditório Rosa Mochel - Rua do Giz, 205, Praia Grande - São Luis (MA).
 
Observações importantes:
a) as inscrições devem ser feitas com antecedência somente através do e-mail rumos.sl@gmail.com. Atenção! apenas 50 vagas por dia.
b) no corpo do e-mail para reservar a vaga os interessados deverão mencionar: nome completo; telefone; e-mail; o dia da atividade de interesse (quem desejar pode se inscrever para os dois dias). Se for estudante ou professor, mencionar o nome da faculdade e curso.
c) Certificados serão fornecidos para quem cumprir ao menos 75% da carga horária.
 
contato: luiz pedreira jr | itaucultural@comunicacaodirigida.com.br | tel  3881-1710

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Circuluz Brincante em Arari

    A Cia.Impacto trouxe para cidade de Arari o circuluz brincante o espetáculo de circo e teatro de rua,aonde está acontecendo oficinas no ginacio poloesportivo do Perimirim povoado do município de Arari,deste terça feira 20 de abril.O primeira cidade onde o circuluz brincante começou na cidade de São Bento e encerraram na cidade de Balsas o seus espetáculos e oficinas.

  O circo e teatro de rua e um espetáculo explora o circulo como local do teatro,do ritual,do circense e do encontro. Nele, a palhaça Keke leva ao público elementos de genealogio, as partíde brincadeira,riso e absurdo que a compõe.

  Em Circuluz Brincante são exploradas as várias possibilidades de jogo e dialogo entre comicidade,cultura popular maranhense  e  habilidades  circenses.
   
    Keke  Kerubina Rosa  Vermelha  do jardim da Vida recria  á  sua  lógica de palhaça os números de malabarismo,acrobacia área no tecido, ultilizando a dança e a dramaturgia popular,para então no desenrolar das cenas semear na platéa á vontada de mostrar seu próprio brincante.
    O Cazumbá,catrina, a coreira,são arquétipos experimentados em cena  e revelam durante o espetáculo a palhaça com espetáculo  a palhaça como espelho do homem,um ser cai,levanta.aprende,dança,canta,cria círculos de brincadeira.
    O circo, o círculo, A cicularidade é no espetáculo o ritual de exaltação a arte de rua.
    
           PROJETO DE CIRCULAÇÃO

   O espetáculo circuluz brincante é fruto de laboratórios de experimentação viabilizados  através da bolsa Funarte de incentivo a criação  circense,apoio recebido em 2008.A partir de então o trabalho  foi se consolidando, tendo a cultura  e dramaturgia popular maranhense juntamente com o circo  e a linguagem do artista popular  de rua como principais elementos par asua construção.
   Em 2009,o espetáculo recebe o prémio FUNARTE de teatro miriam  muniz/2009. Através desse prêmio, realizamos essa circulação nas cidades de São Bento, Arari,Açailândia,Imperatriz e Balsas, com espetáculos e oficinas.
   Serão 2 apresentações em cada cidade e as oficinas  "Circularidades", onde os participantes terão conatato  com  as tecnicas de circo, teatro de rua  e  comicidade.


      
                                  Oficinas                     Apresentações
                    

São Bento               13,14,15 de abril      17 e18 de abril ás 17h

Arari                       20,21,22 de abril      23 e 24 de abril ás 17h
   
Açailândia              27,28 e 29 de abril    30 e 01 de maio ás 17h
  
Imperatriz              04,05 e 06 de  maio   07 e 08 de maio ás 17h
   
Balsas                     11,12 e13 de maio     14 e 15 de maio ás 17h