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terça-feira, 27 de abril de 2010

Esporte


    A Prefeitura Municípal de Arari e o Departamento de Esporte, iniciou ontem inscrições dos times sob 17,para campeonato arariense que se realizará no próximo mês.
    Só lembrando que os jovens não ter um campo para pode prática esporte, por que os campos de futebol de Arari esta todos cheio de lama e mato,os adolescentes que moram na rua do antigo matadouro, eles jogam no campo de futebol cheio de lama conhecido como Quebra Dedo,só colacam terra quando época de eleição pra pegar os votos deles.
       Está acontecendo deste dia 13 de fevereiro,o peladão2010 de futebol arariense realizado pela prefeitura de Arari e o departamento de esporte e lazer,o campo onde está sendo realizado o campeonato tem parte que é cheio de lama e outro lado é seco. O estádio Municipal Dep. Manuel Ribeiro que é filho de Arari, as obras estão paradas há um bom tempo e dois ginásios poloesportivo um no centro de Arari e outro no Perimirim estam se destruindo por falta de uma reforma,segundo o diretor entrevista na rádio que embreve será reformado para os esportista Arariense.
     Em 2004,existia jeas(jogos escolares arariense),todas as escolas participavam dos jogos escolares,algumas escolas estadual e particulares realizavam os jogos entre classes no mês das férias,nada disso não ter mais.
        O poder público fez muitas promessas pra os esportista de Arari,onde trouxe o secretário de esporte e juventude do ex- governado cassado Jackson Lago.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Tecnologia

Brasil está em 3º lugar no ranking de ataques pela internet

A empresa de segurança Symantec divulgou nesta terça-feira um relatório que apontou o Brasil como terceiro colocado no ranking dos países com maior quantidade de ataques e golpes cibernéticos, como o spam, tentativas de trapaça on-line, entre outros. Os Estados Unidos continuam em primeiro lugar (19%), seguido pela China (8%), e Brasil (6%).

De acordo com a empresa, o maior problema em 2009 foi à utilização de softwares falsos de segurança. Usuários da Apple perderam parte de sua imunidade aos crimes de computação quando passaram a armazenar seus dados online, e não em discos rígidos.

A forma mais comum de crime online, segundo o levantamento, é a venda do falso software de segurança. Normalmente, os usuários recebem um alerta, que surge na tela, informando que a máquina está infectada por um vírus. A notificação muitas vezes vem acompanhada por um link para software que pode ser baixado mediante pagamento. O usuário, em lugar de receber software de segurança, recebe um vírus. Nesses casos, a vítima fornece os números de cartões de crédito de maneira voluntária, o que possibilita o uso dos dados pelos criminosos em ocasiões diversas.

De acordo com a advogada especializada em Direito Digital Patrícia Peck Pinheiro, é preciso estar sempre muito atento às principais ameaças virtuais. "Sei que é difícil permanecer ligado em todas as ameaças o tempo todo, mas precisamos estar inteirados ao menos sobre o golpe virtual do momento", afirma a especialista. Segundo Pinheiro, os criminosos virtuais sempre utilizam determinados períodos do ano para agir maciçamente, pois são épocas em que as pessoas se tornam mais vulneráveis. "Os e-mails maliciosos aumentam consideravelmente e a grande maioria conta com um link que, quando acionado, instala um vírus ou phishing scam", explica.

Ajuda

A especialista explica que em caso de incidente na web a primeira atitude a ser tomada deve ser buscar apoio especializado. Se for crime, deve-se buscar a delegacia de crimes eletrônicos, ou qualquer delegacia comum, que irá direcionar o caso para a especializada, se esta existir no estado.

É importante preservar as provas eletrônicas e, se possível, até fazer uma ata notarial em um tabelião de notas - isso significa registrar o que aparece na internet e dar a fé pública de que aquilo ocorreu. Se for questão civil ou de consumidor, deve-se buscar o juizado especial e o Procon, além da orientação de um advogado. "Acima de tudo, deve-se agir rápido, pois na internet as conseqüências ocorrem em tempo real. Se a ação for lenta as provas podem ser perdidas", explica.

Além disso, dicas como evitar clicar em links e abrir imagens ou arquivos enviados por e-mails desconhecidos são extremamente importantes e devem ser adotadas como regra.


 Fonte: eband.com

Meio Ambiente:Tribo na Amazônia quer garantir futuro com projeto de carbono

  
    Uma etnia indígena da Amazônia brasileira quer ser pioneira na elaboração de um projeto de redução de carbono para financiar o seu desenvolvimento de forma sustentável.
    Os Surui, que detêm a posse da reserva Sete de Setembro, na divisa entre Rondônia e Mato Grosso, querem receber recursos para manter a floresta de pé, e aplicar o dinheiro em um plano de desenvolvimento capaz de garantir pelo menos meio século de sobrevivência da etnia.
    A reserva, homologada em 1983, tem uma área total de cerca de 248 mil hectares, dos quais 243 mil ainda estão preservados. A idéia é que a etnia se comprometa a evitar o desmatamento dentro desta área e, em troca, receba recursos oriundos da não-emissão de CO2 na atmosfera.
    Para saber quanto carbono deixará de ser emitido, técnicos do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesan) estão fazendo um estudo do estado de degradação da área e de como ela poderia ser recuperada a partir da adoção de atividades sustentáveis.
    O modelo deve ficar pronto até o fim de junho. A partir dele, um plano deve ser desenvolvido até setembro.
A atividade econômica na reserva já deixou uma marca de degradação na terra.     O primeiro contato com o homem branco, em 1969, fez a população cair de 5 mil habitantes para em torno de 250 pessoas. As doenças e os conflitos com os madeireiros ilegais levaram à escassez dos recursos.
Área de reflorestamento na reserva Sete de Setembro
    Atividades de exploração degradaram parte da reserva de 248 mil hectares
Sem fonte de renda, muitos indígenas fizeram acordos para explorar a madeira ao redor de suas aldeias. Outros arrendaram terras para a pecuária ou para o plantio do café. Uma situação que perdurou até há poucos anos.
    "O território está relativamente conservado, mas a tendência para o futuro é de que, sem nenhum projeto, aumente a área desmatada", explica o coordenador do estudo de campo, Gabriel Carrero.
    "Nosso trabalho hoje é entrar na terra indígena para procurar essas áreas de degradação e avaliar o grau de degradação."
    A pesquisadora do Idesan Claudia Vitel diz que a definição desta variável permitirá estimar quanto carbono poderia deixar de ser emitido até 2050 a partir de atividades sustentáveis que podem "afetar a cobertura da terra no futuro".
    Essa estimativa, a da quantidade de CO2 não-emitido é convertida em créditos de carbono, que são vendidos no mercado internacional. Uma tonelada de CO2 equivale a um crédito de carbono. O preço do crédito tem variado muito, está em torno de 13 euros (cerca de R$ 30).
    Com o estudo, o Idesan quer obter certificações internacionais para garantir a validade do projeto e atrair recursos de investidores.
            Feição indígena
    Não será o primeiro projeto de redução de emissões de carbono por desmatamento e degradação – mais conhecidos pela sigla Redd – no Brasil, mas os Surui querem que este seja o primeiro intimamente relacionado à sobrevivência de uma etnia indígena.
A aldeia de Lapetanha, na reserva Sete de Setembro
    Indígenas querem aplicar recursos na melhoria das condições de vida
O projeto de Redd mais citado e reconhecido no país, na Reserva Juma, no Amazonas, representa uma forma de ajuda para ribeirinhos, mas não necessariamente indígenas.
    "O fato de ser indígena é um diferencial para os Surui", diz o diretor da ONG Equipe de Conservação da Amazônia (ACT-Brasil), Vasco van Roosmalen, parceiras dos Surui em diversos projetos, inclusive no de Redd.
O líder da etnia, Almir Surui, diz que os recursos serão aplicados em um plano de desenvolvimento sustentável da etnia que engloba os próximos 50 anos.
    O planejamento prevê, por exemplo, a produção sustentável de castanha, óleo de copaíba e café orgânico e a prestação dos chamados "serviços ambientais", como turismo. Outra parte do dinheiro seria destinada ao fortalecimento das associações da etnia, e à educação e à saúde da população.
    "Temos de construir um futuro de longo prazo, que garanta as gerações. Se a gente tiver responsabilidade no plano de desenvolvimento, esses produtos florestais podem ser ferramentas que fortalecem a economia verde e os Surui, economicamente", diz Almir.
    Roosmalen, da ACT-Brasil, explica outro ponto que chama atenção no projeto dos Surui: o mecanismo do fundo que receberá os recursos provenientes da venda dos créditos de carbono.
    Segundo ele, a aplicação do dinheiro será decidida por representantes dos quatro clãs dos Suruí, "talvez um ou dois", diz Vasco. É possível ainda que tenham voz no fundo lideranças de associações indígenas.
As organizações parceiras dos Surui podem ter um papel no mecanismo, mas apenas consultivo.
Temos de construir um futuro de longo prazo, que garanta as gerações. Esses produtos florestais podem ser ferramentas que fortalecem a economia verde e os Surui, economicamente.
Almir Suruí, líder indígena
"A redução de emissão é deles (dos Surui), então a decisão (sobre a aplicação dos recursos) é deles", diz o diretor da ONG. "Também a responsabilidade se eles não conseguirem conter as emissões é deles."
                Futuro
    Os projetos de Redd são um dos principais mecanismos para incentivar a preservação de florestas após 2012, quando, espera-se, entre em vigor um acordo do clima para substituir o atual Protocolo de Kyoto, que expira nesta data.
Porém, a definição exata de como será o mecanismo de venda de carbono ainda não está clara, porque o próprio acordo ainda está indefinido.
    Os projetos pioneiros em andamento ou em estado de planejamento se dão em arranjos pontuais.
O desmatamento responde por quase 20% das emissões globais de carbono e a maioria das emissões do Brasil.

 Fonte: bbcbrasil

Evento

        Itaú Cultural e o Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho de São Luis (MA)
 
 
      Literatura digital, poesia, prosa e a crítica literária são temas dos mini-cursos promovido pelo Itaú Cultural em parceria em São Luis no Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, dias 27 e 28 de abril de 2010. O objetivo da atividade é discutir o panorama da atual produção literária e suas relações com a crítica literária.  Veja abaixo, em Serviços, como se inscrever.
 
    A atividade faz parte do programa Rumos Literatura 2010-2011, que neste ano abre inscrições para projetos na área de ensaios em produção ou crítica literária. As inscrições para o edital irão até 31 de julho de 2010. Saiba tudo sobre o edital no site www.itaucultural.org.br/rumos . Consulte também o blog http://rumositaucultural.wordpress.com/. 
 
          palestrantes
  
 - Heloisa Buarque de Hollanda (Ribeirão Preto, SP). Escritora,  professora de Teoria Crítica da Cultura da UFRJ, coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (http://www.pacc.ufrj.br/) e Curadora do Portal Literal (http://portalliteral.terra.com.br/). É autora de livros como: Impressões de Viagem; O Feminismo como Crítica da Cultura; Guia Poético do Rio de Janeiro e Enter, uma antologia digital.
 
  - Flávio Carneiro (Goiânia, GO). (http://www.flaviocarneiro.com.br/). Escritor, roteirista, crítico literário, professor de literatura da UERJ e autor de doze livros, entre contos, romances, crônicas, ensaios e novelas para crianças e jovens. Escreveu também dois roteiros para cinema. Seus livros mais recentes são o romance A Confissão e o livro de crônicas Passe de Letra: futebol & literatura, ambos publicados pela Editora Rocco.
 
 
                programação
. terça, 27 de abril
das 14h às 19h
LITERATURA DIGITAL, com Heloisa Buarque de Hollanda
As novas tecnologias e a internet estão impactando de forma radical as formas de se fazer e de se pensar a criação literária, a autoria, a leitura e até mesmo o futuro do livro. Este mini-curso vai abordar algumas dessas questões já presentes no dia a dia dos escritores e na atuação dos leitores e editores. 
 
. quarta, 28 de abrildas 14h às 19h
CRÍTICA & FICÇÃO NO BRASIL: UMA LEITURA DO PRESENTE com Flávio Carneiro.
O propósito do curso é discutir algumas questões sobre o exercício de uma crítica literária que se arrisca a falar não apenas de obras e autores canônicos mas do que está sendo produzido hoje no Brasil na área de ficção. Os princípios norteadores dessa crítica, seus critérios, seus recortes são alguns dos pontos tratados, juntamente com a apresentação de um mapeamento da ficção brasileira atual.
 
 
Serviços - local e como se inscrever
DATAS: 27 terça e 28 quarta de abril de 2010
HORÁRIO: das 14h às 19h, nos dois dias. Entrada franca.
LOCAL: Centro de Cultura Popular Domingos Vieira - Auditório Rosa Mochel - Rua do Giz, 205, Praia Grande - São Luis (MA).
 
Observações importantes:
a) as inscrições devem ser feitas com antecedência somente através do e-mail rumos.sl@gmail.com. Atenção! apenas 50 vagas por dia.
b) no corpo do e-mail para reservar a vaga os interessados deverão mencionar: nome completo; telefone; e-mail; o dia da atividade de interesse (quem desejar pode se inscrever para os dois dias). Se for estudante ou professor, mencionar o nome da faculdade e curso.
c) Certificados serão fornecidos para quem cumprir ao menos 75% da carga horária.
 
contato: luiz pedreira jr | itaucultural@comunicacaodirigida.com.br | tel  3881-1710

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Circuluz Brincante em Arari

    A Cia.Impacto trouxe para cidade de Arari o circuluz brincante o espetáculo de circo e teatro de rua,aonde está acontecendo oficinas no ginacio poloesportivo do Perimirim povoado do município de Arari,deste terça feira 20 de abril.O primeira cidade onde o circuluz brincante começou na cidade de São Bento e encerraram na cidade de Balsas o seus espetáculos e oficinas.

  O circo e teatro de rua e um espetáculo explora o circulo como local do teatro,do ritual,do circense e do encontro. Nele, a palhaça Keke leva ao público elementos de genealogio, as partíde brincadeira,riso e absurdo que a compõe.

  Em Circuluz Brincante são exploradas as várias possibilidades de jogo e dialogo entre comicidade,cultura popular maranhense  e  habilidades  circenses.
   
    Keke  Kerubina Rosa  Vermelha  do jardim da Vida recria  á  sua  lógica de palhaça os números de malabarismo,acrobacia área no tecido, ultilizando a dança e a dramaturgia popular,para então no desenrolar das cenas semear na platéa á vontada de mostrar seu próprio brincante.
    O Cazumbá,catrina, a coreira,são arquétipos experimentados em cena  e revelam durante o espetáculo a palhaça com espetáculo  a palhaça como espelho do homem,um ser cai,levanta.aprende,dança,canta,cria círculos de brincadeira.
    O circo, o círculo, A cicularidade é no espetáculo o ritual de exaltação a arte de rua.
    
           PROJETO DE CIRCULAÇÃO

   O espetáculo circuluz brincante é fruto de laboratórios de experimentação viabilizados  através da bolsa Funarte de incentivo a criação  circense,apoio recebido em 2008.A partir de então o trabalho  foi se consolidando, tendo a cultura  e dramaturgia popular maranhense juntamente com o circo  e a linguagem do artista popular  de rua como principais elementos par asua construção.
   Em 2009,o espetáculo recebe o prémio FUNARTE de teatro miriam  muniz/2009. Através desse prêmio, realizamos essa circulação nas cidades de São Bento, Arari,Açailândia,Imperatriz e Balsas, com espetáculos e oficinas.
   Serão 2 apresentações em cada cidade e as oficinas  "Circularidades", onde os participantes terão conatato  com  as tecnicas de circo, teatro de rua  e  comicidade.


      
                                  Oficinas                     Apresentações
                    

São Bento               13,14,15 de abril      17 e18 de abril ás 17h

Arari                       20,21,22 de abril      23 e 24 de abril ás 17h
   
Açailândia              27,28 e 29 de abril    30 e 01 de maio ás 17h
  
Imperatriz              04,05 e 06 de  maio   07 e 08 de maio ás 17h
   
Balsas                     11,12 e13 de maio     14 e 15 de maio ás 17h

terça-feira, 20 de abril de 2010

Saúde

Hemofilia


A hemofilia é um distúrbio na coagulação do sangue. Por exemplo: Quando cortamos alguma parte do nosso corpo e começa a sangrar, as proteínas (elementos responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento de todos os tecidos do corpo) entram em ação para estancar o sangramento. Esse processo é chamado de coagulação. As pessoas portadoras de hemofilia, não possuem essas proteínas e por isso sangram mais do que o normal.
Existem vários fatores da coagulação no sangue, que agem em uma seqüência determinada. No final dessa seqüência é formado o coágulo e o sangramento é interrompido. Em uma pessoa com hemofilia, um desses fatores não funciona. Sendo assim, o coagulo não se forma e o sangramento continua.

Tipos de Hemofilia

A hemofilia é classificada nos tipos A e B. Pessoas com Hemofilia tipo A são deficientes de fator VIII (oito). Já as pessoas com hemofilia do tipo B são deficientes de fator IX. Os sangramentos são iguais nos dois tipos, porém a gravidade dos sangramentos depende da quantidade de fator presente no plasma (líquido que representa 55% do volume total do sangue).

Transmissão
A hemofilia é uma doença genética, ou seja, é transmitida dos pais para os filhos no momento em que a criança é gerada.
O corpo humano se desenvolve a partir de uma única célula. Esta célula é formada pela união do espermatozóide do pai com o óvulo da mãe. Cada um destes possui um núcleo com 23 pares de cromossomos, que se juntam e dão origem aos 23 pares de cromossomos que contem todas as informações necessárias para a formação de uma pessoa, como tipo de cabelo, cor dos olhos, etc. Cada cromossomo é formado por um conjunto de genes. Se apenas um desses genes apresentar alguma alteração, também representará uma alteração na criança que está sendo gerada.

Tempo da Hemofilia
A quantidade de fator VIII(oito) ou fato IX(nove) no sangue, geralmente se mantém a mesma durante toda a vida. Na fase adulta as hemorragias são menos freqüentes, já que as atividades físicas tendem a diminuir de acordo com a idade e, portanto os pequenos traumas (pancadas) cotidianos, também diminuem.

Sangramentos
Geralmente, os sangramentos são internos, ou seja, dentro do seu corpo, em locais que você não pode ver, como nos músculos. Podem também ser externo, na pele provocado por algum machucado aparecendo manchas roxas ou sangramento. As mucosas (como nariz, gengiva, etc.) também podem sangrar.
Os sangramentos podem tanto surgir após um trauma ou sem nenhuma razão aparente.
Os cortes na pele levam um tempo maior para que o sangramento pare.
Tratamento
O tratamento é feito com a reposição intra venal (pela veia) do fator deficiente.
Mas para que o tratamento seja completo, o paciente deve fazer exames regularmente e jamais utilizar medicamentos que não sejam recomendados pelos médicos.
Fonte:www.fiocruz.com.br

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Apura realidade sobre os preconceito contra os índios

                                        19 de Abril - Dia do Índio

Hoje, 19 de abril, é Dia do Índio. Homenageamos o índio em algumas escolas, mas, com esse ato, não apagamos nem um milésimo da nossa culpa em relação ao que fizemos contra ele nesses 507 anos de História. O índio no Brasil foi pilhado, assassinado pelos portugueses que aqui aportaram e continuaram sendo dizimados pelos brancos que nunca compreenderam a importância dessa cultura tão rica e diversificada. 
 
Até na linguagem, o preconceito contra os indígenas está bem marcado. Quando alguém próximo de nós tem uma atitude pouco civilizada, agressiva, dizemos que está agindo como índio. É uma forma de desqualificarmos um comportamento que é muito mais do “civilizado”, do homem da cidade, que trabalha como um louco, quase não tendo tempo para manter um contato saudável com a natureza, e que por esse motivo está quase sempre mal-humorado. O índio não tem nada a ver com isso. O selvagem urbano é muito mais selvagem e perigoso que o selvagem da selva.

Outro preconceito: programa chato, ao qual não queremos ir, também chamamos de programa de índio. Índio que é índio nunca iria a algumas festinhas que freqüentamos para agradar esse ou aquele, sem a mínima vontade. Atribuímos ao índio o que nos desagrada, sintoma esse da nossa covardia e hipocrisia, dois valores muito cultivados na nossa sociedade, mas não entre os indígenas.

Há dez anos, “filhinhos de papai rico” , de Brasília , puseram fogo e mataram de maneira bárbara o cacique pataxó hã-hã-hãe Galdino Jesus dos Santos, que estava dormindo em um banco de jardim. Ficaram presos algum tempo e depois recuperaram a liberdade. Só foram condenados porque entidades que defendem os índios fizeram muito barulho para evitar que no dia seguinte já estivessem na rua procurando outras pessoas para matar. Na época, disseram que só estavam brincando. Civilizadíssimos os moços.

Em Mato Grosso do Sul, nos últimos três anos, morreram dezenas de crianças indígenas por falta de comida. A maioria que vive na aldeia tem peso bem abaixo do aceitável. O motivo da morte é que as cestas básicas ou demoraram a chegar lá ou foram desviadas. Temos muito mais a aprender com os índios do que eles conosco, mas a nossa arrogância não permite que tenhamos uma visão mais ampla dessa realidade. Se fôssemos menos ambiciosos, mais brincalhões, trabalhássemos só o tempo necessário para sobreviver, seríamos muito mais felizes e descontraídos, e não sofreríamos de estresse. Índio só passa a ter estresse, sarampo e outras doenças depois que passam a se relacionar com os brancos. Precisamos mudar o nosso conceito em relação aos índios, combatendo o nosso preconceito.

Preconceito é uma grande bobagem que bloqueia a nossa vida e provoca conflito com aqueles que só querem viver bem, nada além disso. Basta de maltratar os índios.


Fonte:Duplipensar.net