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terça-feira, 20 de abril de 2010

Saúde

Hemofilia


A hemofilia é um distúrbio na coagulação do sangue. Por exemplo: Quando cortamos alguma parte do nosso corpo e começa a sangrar, as proteínas (elementos responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento de todos os tecidos do corpo) entram em ação para estancar o sangramento. Esse processo é chamado de coagulação. As pessoas portadoras de hemofilia, não possuem essas proteínas e por isso sangram mais do que o normal.
Existem vários fatores da coagulação no sangue, que agem em uma seqüência determinada. No final dessa seqüência é formado o coágulo e o sangramento é interrompido. Em uma pessoa com hemofilia, um desses fatores não funciona. Sendo assim, o coagulo não se forma e o sangramento continua.

Tipos de Hemofilia

A hemofilia é classificada nos tipos A e B. Pessoas com Hemofilia tipo A são deficientes de fator VIII (oito). Já as pessoas com hemofilia do tipo B são deficientes de fator IX. Os sangramentos são iguais nos dois tipos, porém a gravidade dos sangramentos depende da quantidade de fator presente no plasma (líquido que representa 55% do volume total do sangue).

Transmissão
A hemofilia é uma doença genética, ou seja, é transmitida dos pais para os filhos no momento em que a criança é gerada.
O corpo humano se desenvolve a partir de uma única célula. Esta célula é formada pela união do espermatozóide do pai com o óvulo da mãe. Cada um destes possui um núcleo com 23 pares de cromossomos, que se juntam e dão origem aos 23 pares de cromossomos que contem todas as informações necessárias para a formação de uma pessoa, como tipo de cabelo, cor dos olhos, etc. Cada cromossomo é formado por um conjunto de genes. Se apenas um desses genes apresentar alguma alteração, também representará uma alteração na criança que está sendo gerada.

Tempo da Hemofilia
A quantidade de fator VIII(oito) ou fato IX(nove) no sangue, geralmente se mantém a mesma durante toda a vida. Na fase adulta as hemorragias são menos freqüentes, já que as atividades físicas tendem a diminuir de acordo com a idade e, portanto os pequenos traumas (pancadas) cotidianos, também diminuem.

Sangramentos
Geralmente, os sangramentos são internos, ou seja, dentro do seu corpo, em locais que você não pode ver, como nos músculos. Podem também ser externo, na pele provocado por algum machucado aparecendo manchas roxas ou sangramento. As mucosas (como nariz, gengiva, etc.) também podem sangrar.
Os sangramentos podem tanto surgir após um trauma ou sem nenhuma razão aparente.
Os cortes na pele levam um tempo maior para que o sangramento pare.
Tratamento
O tratamento é feito com a reposição intra venal (pela veia) do fator deficiente.
Mas para que o tratamento seja completo, o paciente deve fazer exames regularmente e jamais utilizar medicamentos que não sejam recomendados pelos médicos.
Fonte:www.fiocruz.com.br

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Apura realidade sobre os preconceito contra os índios

                                        19 de Abril - Dia do Índio

Hoje, 19 de abril, é Dia do Índio. Homenageamos o índio em algumas escolas, mas, com esse ato, não apagamos nem um milésimo da nossa culpa em relação ao que fizemos contra ele nesses 507 anos de História. O índio no Brasil foi pilhado, assassinado pelos portugueses que aqui aportaram e continuaram sendo dizimados pelos brancos que nunca compreenderam a importância dessa cultura tão rica e diversificada. 
 
Até na linguagem, o preconceito contra os indígenas está bem marcado. Quando alguém próximo de nós tem uma atitude pouco civilizada, agressiva, dizemos que está agindo como índio. É uma forma de desqualificarmos um comportamento que é muito mais do “civilizado”, do homem da cidade, que trabalha como um louco, quase não tendo tempo para manter um contato saudável com a natureza, e que por esse motivo está quase sempre mal-humorado. O índio não tem nada a ver com isso. O selvagem urbano é muito mais selvagem e perigoso que o selvagem da selva.

Outro preconceito: programa chato, ao qual não queremos ir, também chamamos de programa de índio. Índio que é índio nunca iria a algumas festinhas que freqüentamos para agradar esse ou aquele, sem a mínima vontade. Atribuímos ao índio o que nos desagrada, sintoma esse da nossa covardia e hipocrisia, dois valores muito cultivados na nossa sociedade, mas não entre os indígenas.

Há dez anos, “filhinhos de papai rico” , de Brasília , puseram fogo e mataram de maneira bárbara o cacique pataxó hã-hã-hãe Galdino Jesus dos Santos, que estava dormindo em um banco de jardim. Ficaram presos algum tempo e depois recuperaram a liberdade. Só foram condenados porque entidades que defendem os índios fizeram muito barulho para evitar que no dia seguinte já estivessem na rua procurando outras pessoas para matar. Na época, disseram que só estavam brincando. Civilizadíssimos os moços.

Em Mato Grosso do Sul, nos últimos três anos, morreram dezenas de crianças indígenas por falta de comida. A maioria que vive na aldeia tem peso bem abaixo do aceitável. O motivo da morte é que as cestas básicas ou demoraram a chegar lá ou foram desviadas. Temos muito mais a aprender com os índios do que eles conosco, mas a nossa arrogância não permite que tenhamos uma visão mais ampla dessa realidade. Se fôssemos menos ambiciosos, mais brincalhões, trabalhássemos só o tempo necessário para sobreviver, seríamos muito mais felizes e descontraídos, e não sofreríamos de estresse. Índio só passa a ter estresse, sarampo e outras doenças depois que passam a se relacionar com os brancos. Precisamos mudar o nosso conceito em relação aos índios, combatendo o nosso preconceito.

Preconceito é uma grande bobagem que bloqueia a nossa vida e provoca conflito com aqueles que só querem viver bem, nada além disso. Basta de maltratar os índios.


Fonte:Duplipensar.net

História de Vitória do Mearim

              Cidade de Vitória do Mearim

Vitória do Mearim é o município mais antigo de toda a região banhada pelo Rio Mearim e sua sede, pela altitude privilegiada, foi o local onde o colonizador português venceu-lhe as águas revoltas do baixo curso, fato que, provavelmente, deu origem ao topônimo.

As primeiras incursões pelo rio Mearim foram contemporâneas da própria colonização do Maranhão, nos séculos XVI e XVII. Daquela época, avulta, hoje, a epopeia de Manoel Beckman (final dos anos 1600), dono do Engenho Vera Cruz, vastíssima propriedade que abrangia grande parte do que depois seria o Município de Vitória do Mearim. A sede da propriedade ficava, ao que tudo indica, no lugar Santa Cruz, hoje pertencente ao Município de Conceição do Lago Açu, instalado em 1997, após desmembrar-se do de Vitória. Bequimão, como era conhecido, liderou uma revolta contra a espoliação a que o Estado fora submetido, em detrimento dos interesses dos colonos, e, por isso, foi condenado à morte na forca.

Em 1723, foi criada, por uma resolução régia de 18 de março, a Freguesia de Nossa Senhora de Nazaré do Mearim, sediada no povoado Ribeira do Mearim, tendo como primeiro vigário o padre e fidalgo da Casa Real Portuguesa José da Cunha d’Eça, mentor da referida paróquia e instituidor de seu primeiro patrimônio. Existiam na região, também conhecida, na época, como Ribeira do Mearim ou simplesmente Mearim, alguns engenhos, com poucas dezenas de pessoas, cada um, além de uma provável residência de religiosos mercedários e outros moradores dispersos. Eram “quinhentas almas privadas de sacramentos” a justificar a criação da freguesia. Essa iniciativa foi o verdadeiro marco inicial da história de Vitória do Mearim.

Proclamada a República, a antiga Vila do Mearim era já conhecida como Vila do Baixo Mearim e Victória do Baixo Mearim. No novo regime, o primeiro chefe da comuna (presidente do Conselho de Intendência) foi Francisco Manoel Gomes (1890). Realizadas as primeiras eleições (1892), saíram eleitos, para intendente municipal, Lupércio Antonio Bogea Sobrinho e, para subintendente, João Ignácio Fernandes, figurando Francisco Manoel Gomes como o vereador mais votado.
Com a mudança da denominação do cargo de chefe da municipalidade, em 1919, o intendente Raymundo Francisco Gomes passou à condição de prefeito municipal, mas o primeiro eleito para exercer tal cargo foi Ângelo Custódio de Mattos, em 1922.
Naquele ano, chegou à Vila, assumindo a Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré, o jovem Pe. Eliud Nunes Arouche, que dedicou toda a sua vida ao povo vitoriense, servindo-o como pastor, educador e chefe político. Ao morrer, em 1969, legou à comunidade que adotara o mais importante educandário do lugar, o Instituto Nossa Senhora de Nazaré, fundado em 1923, e a aurora de uma nova era político-administrativa, já livre o Município do ranço obscurantista que o manteve preso a práticas obsoletas até o início dos anos 1960, com raríssimas exceções, como a administração de Lourenço Pereira Pinto (1951-1953), em que, além de outras iniciativas importantes, a cidade conheceu iluminação pública a energia elétrica.
O trabalho do Cônego Eliud foi continuado por seu sucessor, Pe. Sergio Ielmetti, que celebrou, em 2004, 50 anos de sacerdócio e 35 de paroquiato em Vitória do Mearim, onde suas obras, no campo religioso e social, são reconhecidas por todos.
Ao longo de sua história, o povo vitoriense foi marcado pela atuação dos sacerdotes da Igreja Católica, sob a égide da qual nasceu e vigorou. Deixaram sua marca na cidade, além dos já citados, os padres José Lourenço Bogea (vigário de 1835 a 1869), João Emiliano do Lago (de 1870 a 1885) e Arthur Macário Lopes Gonçalves (homônimo de um irmão de seu pai, citado adiante), este um filho da terra que, embora não sendo pároco, muito contribuiu para o desenvolvimento local, pois foi um benfeitor nas áreas de educação, saúde, sindicalismo e assistência social. São sacerdotes filhos da terra, entre outros, mais recentes, os padres Flávio de Sousa Barros, pároco de Araioses-MA há mais de quarenta anos, e Osvaldo Marinho Fernandes, de Santa Rita-MA, onde exerceu o cargo de prefeito municipal por dois mandatos, de 1997 a 2004.
Em 1923, a sede do Município fora elevada à condição de cidade, por lei estadual, que oficializou o nome de Vitória do Baixo Mearim. Quinze anos depois, por determinação do interventor Paulo Ramos, receberia a denominação simplória de Baixo Mearim, que muito desagradou aos seus filhos. Finalmente, em 1948, adveio o topônimo definitivo: Vitória do Mearim.
As perdas territoriais tornaram-se uma constante na história vitoriense. As primeiras aconteceram em 1854, com a cessão da maior parte do território que formou o município da Vila de Santa Maria de Anajatuba e de parte das terras que formaram os municípios da Vila de Santa Cruz da Barra do Corda e da Vila de São Luiz Gonzaga do Alto Mearim. As últimas ocorreram em 1997, quando foram instalados os municípios de Igarapé do Meio, Bela Vista do Maranhão e Conceição do Lago Açu, constituídos integralmente com áreas que pertenciam a Vitória do Mearim.
Hoje, a velha cidade ribeirinha é um entroncamento rodoferroviário, o que, concomitantemente com determinados benefícios do progresso, lhe trouxe a formação de bairros periféricos, habitados por pessoas de acentuada pobreza e com escandalosa carência de serviços públicos, já deficientes mesmo para a população mais abastada. Como resultado desse inchaço da cidade, veio a escalada da violência, que a todos tomou de surpresa, embora fenômeno comum nos centros urbanos mais adiantados, roubando a tranqüilidade de outrora. Some-se a isso o clima hostil sob o qual vive grande parte dos habitantes da zona rural, lavradores desprovidos do usufruto de serviços públicos os mais elementares e humilhados pela ganância de latifundiários, nem sempre legítimos detentores da propriedade que reclamam como sua, e tem-se pintado o quadro de graves problemas sociais que afligem a população de Vitória do Mearim. São problemas que exigem solução sem demora, a desafiar a sensibilidade, a vontade política e a competência dos gestores públicos do Século XXI.
No que tange à história local, infelizmente, muito do que se difundiu nas últimas décadas está eivado de erros e omissões. Fatos, datas, relações de causa e efeito, circunstâncias e até nomes próprios são erradamente mencionados em determinadas publicações, como a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (IBGE, 1959).
Pesquisa criteriosa vem sendo empreendida, entretanto, na tentativa de restaurar a verdade histórica, recuando aos primórdios da colonização do Rio Mearim e adentrando a história plurissecular do povo que às suas margens floresceu, onde o pranto indígena gamela e o suor negro, sob a sinistra canção do chicote branco, irrigaram o solo propício para a agricultura, que, até hoje, constitui sua atividade econômica preponderante.
Verdadeiro portal da Baixada Maranhense, onde se destacam os campos naturais inundáveis, banhado por dois grandes rios, por isso que com terras férteis e água em abundância o ano inteiro, e muito próximo dos terminais portuários da Ilha de São Luís, com os quais se comunica por vias rodoviária (BR-222 e BR-135) e ferroviária (estrada Serra de Carajás—Ponta da Madeira), o Município é vocacionado (mas ainda não foi descoberto) para sediar empreendimentos industriais, o agronegócio e o ecoturismo, sem esquecer a possibilidade de ações públicas para fomento do turismo histórico-cultural, haja vista a riqueza de suas tradições (q.v. dados gerais sobre o Município no link próprio).

Fonte:Internet

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Encontrado ritual de magia negra em povoado de Vitória do Mearim


    Foi vista na estrada num povoado Arraial perto da encruzilhada do 10 da estação de trem,um ritual de magia negra,conhecido como dispacho estava no local um bode preto com o pescoço cortado,quatro galinhas pretas mortas nos quatro cantos, três cabaças verde,uma basia de sangue,basia de pipoca e outros alimentos,um papal com o nome da vitima e idade na bruxaria,duas garrafa de 51 e também duas facas etc.

     Varios curiosos estiveram presente no local onde se encontrava o dispacho e outros foram olhar as fotos na rádio progresso, até o fechamento desta matéria não foi localizado a vitima e nem o mandante da bruxaria.

    Alguns anos atrás quatro pescadores sairam para uma pescaria de madrugada onde eles encontraram um ritual de magia negra, os pescadores pararam e se deixaram se engana pelo olhos nesta ritual tinha galinha assada e bebidas, eles comeram e beberam todo que tinha no dispacho depois foram pescar com alguns minutos começo dá efeito num dos pescadores chamado Alberto passou a senti forte dores de barriga,dores de cabeça,febre muito alta. Alberto contou o que ele tinha comendo, sua familia levou para um pai de santo, que falou para ele fica bom o Alberto tinha que toma todos os dias sangue, Alberto todos os dias ele lhe toma sangue fresquinho de boi, onde os homem foravam o gado ele aparava o sangue com um copo e tomava na mesma hora.

    Agora veja tudas as fotos do ritual de magia negra.






terça-feira, 13 de abril de 2010

Rede de jovem comunicadores da Baixada Maranhense

              jovem comunicador 




A primeira formação em comunicação educativa,desenvolvida pelo Cip Jovem cidadão,iniciou em janeiro de 2005 com termino em setembro de 2006.
A realização das primeira formação se deram nas cidades sedes de Arari e São Bento,que reuniram
cerca de 250 jovens comunicadores da região da baixada maranhense.
Divididas em quarto areas:(Vir) Video,Rádio,Impressos e (Top) Telecentro,,Observatório da Juventude e portal de Informações,sendo que cada porticipante recebeu a formação especifica na area que se inscreveu .
Era o 1º passo para construção de uma rede de jovens comunicadores atuação do PJC(Arari,Cajari,Matinha,Olinda Nova do Maranhão,Penalva,Santa Inés,São Bento,São João Batista e São Vicente Férrer.
Proposta
A proposta de uma comunicação educativa é tornar possivel uma reflexão sobre as mensagens vinculadas pela midia,para uma leitura critica do real.Tendo como objetivo principal,não apenas dar instruções tecnicas mas despertar o censo critico dos jovens em relação a comunicação e discussões voltadas para questões sociais.

Dia do Jovem

            13 de Abril
    Ser jovem é ter muita energia e disposição para realizar sonhos, é acreditar que tudo é possível e é acima de tudo lutar por mundo melhor! Jovem é aquele cheio de expectativas, cheio de esperanças, que está na fase de se libertar para descobrir o mundo.
    Assim, todo jovem deve ser incentivado a participar da vida política, social e cultural de um país, de um estado ou da região ou cidade em que vive, pois como já diz uma máxima popular: “os jovens de hoje são o futuro de amanhã”. Os jovens precisam ter voz ativa para que possam traçar seu futuro e assegurar sua estabilidade emocional e profissional.
 

    A população jovem do mundo hoje equivale a mais de um terço da população do planeta. Por isso, é necessário dar-lhes mais atenção oferecendo novas oportunidades e muitas melhorias, principalmente na educação. Em contrapartida para garantir os seus direitos, o jovem não deve jamais se esquecer que tem o dever de lutar por esses mesmos direitos: saber reivindicar o direito à educação, ao ingresso no mercado de trabalho, à saúde, à segurança nas ruas, à diversão.
    Para isso existem vários grupos jovens que trabalham com o protagonismo juvenil na busca de conquistar mais espaço para suas reivindicações a respeito das questões de um estado, país ou mundo melhor. Esses grupos têm desenvolvido muitas políticas afirmativas que atraem cada vez mais jovens que querem se movimentar e ajudar de alguma forma a melhorar o país.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Escola X Violência


A violência é um problema social que está presente nas ações dentro das escolas, manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no processo educativo. Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de formação da ética e da moral dos sujeitos ali inseridos, sejam eles alunos, professores ou demais funcionários.
Porém, o que vemos são ações coercitivas, representadas pelo poder e autoritarismo dos professores, coordenação e direção, numa escala hierárquica, estando os alunos no meio dos conflitos profissionais que acabam por refletir dentro da sala de aula.
Além disso, a violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, os crimes de colarinho branco tem levado jovens a perder a credibilidade em uma sociedade justa e igualitária, capaz de promover o desenvolvimento social em iguais condições para todos, tornando-os violentos, conforme estes modelos sociais.
Nas escolas, as relações do dia-a-dia deveriam traduzir respeito ao próximo, através de atitudes que levassem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando atingir os objetivos propostos no projeto político pedagógico da instituição.
Muito se diz sobre o combate à violência, porém, levando ao pé da letra, combater significa guerrear, bombardear, batalhar, o que não traz um conceito correto para se revogar a mesma. As próprias instituições públicas utilizam desse conceito errôneo, princípio que deve ser o motivador para a falta de engajamento dessas ações.

Aula motivadora que favorece a reflexão e o aprendizado

Levar esse tema para a sala de aula desde as séries iniciais é uma forma de trabalhar com um tema controverso e presente em nossas vidas, oportunizando momentos de reflexão que auxiliarão na transformação social.
Com recortes de jornais e revistas, pesquisas, filmes, músicas, desenhos animados, notícias televisivas, dentre outros os professores podem levantar discussões acerca do tema numa possível forma de criar um ambiente de respeito ao próximo, considerando que todos os envolvidos no processo educativo devem participar e se engajar nessa ação, para que a mesma não se torne contraditória. E muito além das discussões e momentos de reflexão, os professores devem propor soluções e análises críticas acerca dos problemas a fim de que os alunos se percebam capacitados para agir como cidadãos.
Afinal, a credibilidade e a confiança são as melhores formas de mostrar para crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta.
Por:Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola